Para o candidato ao Senado, diferenças de personalidade e estilo não mudam essência do projeto do PT na Bahia, liderado nacionalmente pelo presidente Lula
Mais do que escolher entre nomes ou estilos pessoais, o eleitor baiano decidirá em outubro qual projeto político deseja para os próximos quatro anos. A avaliação é do candidato ao Senado Rui Costa (PT), que defendeu, nesta quinta-feira (10), a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues ao destacar que ele representa a continuidade do projeto iniciado pelo ex-governador Jaques Wagner, mantido durante seus oito anos de governo e alinhado nacionalmente ao presidente Lula.
“A comparação não é só entre Jerônimo, pessoa física, e o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. São dois projetos muito diferentes em disputa neste momento”, afirmou Rui, durante caminhada na cidade de Dias D’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador. “Jerônimo, Wagner e eu somos o mesmo projeto de cuidar de gente, cuidar de quem mais precisa. Cada um tem sua personalidade e seu jeito de governar, mas a essência é a mesma. Liderado por Lula, nosso time trabalha pra levar o desenvolvimento para o interior, pra levar para o interior educação de alta qualidade, serviços de saúde de alta qualidade”, acrescentou.
Rui reforçou que Wagner, ele próprio e Jerônimo possuem personalidades e formas diferentes de governar, mas compartilham as mesmas prioridades para a Bahia. Para o ex-ministro da Casa Civil, que governou a Bahia entre 2015 e 2022, é essa continuidade que deve ser levada em consideração pelo eleitor na comparação com o projeto de ACM Neto (União Brasil), liderado pelo candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
“O que eles fizeram em Salvador foi colocar a cidade nos piores lugares em educação e saúde do Brasil. Isso não é o que a gente quer para a Bahia”, afirmou. Para Rui, a própria estratégia eleitoral da oposição demonstra a dificuldade de apresentar suas administrações como modelo para o restante do estado. “Eles só se dedicam a falar mal das coisas. O ex-prefeito podia apresentar na televisão: ‘Olha o que eu fiz em Salvador, o que eu vou fazer para a Bahia inteira, na saúde, na educação’. Mas eles têm vergonha, porque o que eles fizeram na saúde e educação coloca o serviço de saúde de Salvador como pior”, concluiu.
Fotos: Maína Diniz e Ulisses Dumas/ Divulgação


























